Meu ensino sem distâncias – Estudante da Licenciatura em Computação comenta desafios da educação a distância e o papel dos atores da EaD

20/01/2016

Disciplina e foco. Para Felipe Soares, aluno da Licenciatura em Computação, do Polo de Apoio Presencial em Salinas, Minas Gerais, esses são os grandes desafios de se cursar uma graduação a distância. Em entrevista ao Centro de Educação a Distância, Felipe apresentou um pouco de sua rotina como estudante e comentou a importância do apoio recebido pelo aluno durante os estudos. Segundo ele, além da dedicação própria, o auxílio do polo e do tutor é essencial.

Para o aluno, entre as vantagens da Educação a Distância (EaD) estão a liberdade e a autonomia no ritmo de estudo. Ele se considera bastante exigente, até “um pouco mais do que deveria”. Por isso, em sua rotina, ele busca atualizar-se através do conteúdo do curso e de outros materiais, visando “manter uma visão universal de tudo de forma coerente, como assuntos das áreas de exatas e humanas”.

Além do empenho pessoal do estudante, Felipe também aponta dois atores de grande influência na EaD: o polo e o tutor presencial. Segundo ele, o polo facilita o acesso ao ensino, e garante a democracia, facilitando o contato “para o maior número de pessoas possível, independentemente de sua origem”.  Já o tutor presencial “tem o papel de auxiliar o acadêmico no que for possível, de forma a agilizar o seu processo de aprendizado por meio de todos os mecanismos disponíveis”, declara.

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Em meio aos estudos desde 2012, Felipe diz ter vestido a camisa do ensino de Computação. Nesse período, ele teve contato com salas de aula, e, atualmente, presta assistência técnica ao Banco do Nordeste, em Salinas. Entretanto, os planos já estão definidos para após o fim dos estudos: “pretendo me especializar continuamente em tecnologia e no seu ensino, pois ela tem o potencial de mudar o mundo e ajudar as pessoas numa dimensão não imaginada”, finaliza.