TCCs são defendidos através de conferência web

20/05/2010
A Coordenadora Pedagógica da Secretaria de Educação de Araxá, Sueli Aparecida Ramos da Silva, experimentou uma nova ferramenta tecnológica em sua formação acadêmica. Estudante do curso de pós- graduação Tecnologias de Informação e Comunicação no Ensino Fundamental (Ticef) da UFJF, na modalidade a distância, ela apresentou o seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) por meio da conferência web.

“Foi a primeira vez que utilizei a conferência web e não tive nenhuma dificuldade. Pelo contrário, você fica à vontade para explicar suas ideias e isso dá uma segurança maior na exposição do trabalho”, explica.

Assim como Sueli, outros 167 estudantes já apresentaram seus TCCs e outros 32 vão defendê-los até o dia 28 de maio, totalizando 200 trabalhos dos cursos de pós-graduação de Tecnologias de Informação e Comunicação no Ensino Fundamental e de Gestão Pública Municipal Integrada.

Para a Coordenadora Acadêmica do Centro de Educação a Distância (Cead/UFJF), professora Darcília Nagen, a experiência tem sido muito positiva. “A apresentação pela web em nada desvaloriza o trabalho do aluno em relação ao presencial. Os professores podem intervir, o aluno tem vez e voz e é dado um tempo para que ele possa fazer as devidas correções”, defende.

A coordenadora destaca ainda outras vantagens do uso da tecnologia. “O aluno não necessita se deslocar do município, ou seja, apresenta em seu próprio polo. Isso reduz gastos com transporte e tempo, já que ele não precisará se afastar de sua rotina”. Assim, a conferência web apresenta-se como uma excelente alternativa na defesa dos trabalhos finais.

A mesma opinião é dividida pela professora da disciplina Capital Humano, do curso de Gestão Pública Municipal Integrada, Anne Bastos Martins. Para a docente, a apresentação e a defesa do trabalho tornam-se mais ricas e ágeis.

“É muito prático. A conferência web mobiliza pessoas diferentes, de locais diferentes, de uma maneira ágil e os alunos se sentem mais à vontade, pois não estão instalados numa sala fechada, trancados com uma banca. A atividade é legítima e nada interfere no nível de exigência dos professores”, conclui.